quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Gripe Aviária




A gripe aviária, também conhecida como gripe do frango, gripe dos pássaros ou gripe asiática é uma doença típica das aves. Esta enfermidade, em função de suas características, pode ser transmitida das aves para certas espécies de mamíferos como, por exemplo, o gato doméstico e o ser humano. Até o momento, existem poucos indícios de que a doença pode ser transmitida de humano para humano.
Causa e outras informações importantes
Esta enfermidade é causada pelo vírus influenza aviário H5N1 (da mesma família dos vírus que provocam a gripe comum).
A gripe aviária foi identificada pela primeira vez no final do século XIX, na Itália. Na ocasião, ganhou o nome de doença da Lombardia (região italiana). Porém, foi somente no ano de 1955 que ela foi descrita como uma doença provocada pelo vírus da família Influenza A.
As aves aquáticas são hospedeiras naturais deste tipo de vírus, não apresentando sintomas.
É no continente asiático, principalmente na China, que a doença alastra-se com mais rapidez na atualidade. Em Hong Kong, no ano de 1997, 18 casos foram relatados, apresentando quadros graves de complicações respiratórias. Neste caso, uma simples epidemia, causou a morte de 33% das pessoas contaminadas, ou seja, um alto índice de mortalidade para uma doença. Este fato tem levado as autoridades de saúde de diversos países a tomarem precauções importantes, a fim de evitarem uma epidemia de grandes proporções.
O vírus também leva a morte rápida grande parte de espécies de aves. A maioria dos animais morrem 24 horas após o contágio. Muitos produtores de frangos, gansos, patos e aves em geral podem perder toda a produção em questão de poucos dias, caso as aves contaminadas não sejam identificadas e sacrificadas. Os prejuízos comerciais e financeiros provocados por esta doença podem ser altíssimos, inclusive prejudicando a produção de carne de aves e ovos no mundo todo, em caso de uma epidemia de grandes proporções.
O medo de que a doença saia do continente asiático, espalhando-se pelo mundo é grande, pois o pato selvagem, hospedeiro natural da doença, pode disseminar o vírus durante a fase migratória. Esta espécie de pato é mais resistente a enfermidade e raramente apresenta sintomas, fato que dificulta a identificação das rotas de transmissão.
Formas de contágio em seres humanos:- contato direto com secreções de aves infectadas pelo influenza aviário H5N1;- através do ar;- água, alimentos e roupas contaminadas
Sintomas da gripe aviária em seres humanos:- febre alta- dores musculares- dificuldades e problemas respiratórios- ressecamento da garganta
As pesquisas na área de medicina ainda não resultaram num remédio capaz de curar uma pessoa com esta doença. Alguns remédios servem para diminuir a intensidade da doença e evitar contágios. Várias vacinas estão em fase de testes em diversos laboratórios espelhados pelo mundo.
Importante: Somente um médico, através de exames detalhados e específicos, está capacitado a identificar se uma pessoa está com a gripe aviária. Os sintomas deste tipo de doença são semelhantes ao de uma gripe comum. Portanto, qualquer pessoa ao apresentar tais sintomas deve procurar auxílio médico.
A gripe A (H1N1) é uma doença respiratória causada por um vírus influenza tipo A cujos "ancestrais" causam regularmente crises de gripe em porcos. Ocasionalmente, o vírus vence a barreira entre espécies e afeta humanos. O vírus da gripe suína clássica foi isolado pela primeira vez num porco em 1930. Desde então, o patógeno sofreu novas recombinações e se tornou mais capaz de infectar pessoas. Saiba o que sabemos sobre essa doença.
Como a nova gripe mata?
Na verdade, qualquer tipo de gripe pode matar, em especial pessoas com sistema imune (de defesa do organismo) enfraquecido. A nova gripe parece ser capaz de afetar gravemente pessoas com sistema imune mais forte, ao menos em certos casos. O principal risco associado à doença é uma inflamação severa dos pulmões, que pode levar à insuficiência respiratória, ou seja, incapacidade de respirar direito. Outras complicações sérias têm a ver com lesões severas nos músculos, que podem levar a problemas nos rins e no coração, e mesmo, mais raramente, meningites e outros problemas no sistema nervoso central. Em todos esses casos, pode ocorrer a morte.

A OMS declarou que o vírus já causa uma pandemia no mundo. Isso significa que haverá alto grau de mortalidade por causa da gripe?
Não. O conceito de pandemia se refere ao grau de espalhamento da doença ao redor do mundo -- no caso, transmissão sustentada, ou seja, contínua do vírus, em vários continentes. O fato de haver uma pandemia não significa que todos os que adquirem a infecção morrem. Segundo os últimos dados da Organização Mundial da Saúde, menos de 0,5% das pessoas com infecção confirmada pela nova forma de H1N1 acabaram morrendo. Como cerca de 30% dos que adquirem gripe não apresentam sintomas, e levando em conta que nem todo mundo vai até o médico para relatar a infecção, a porcentagem real de mortos deve ser menor ainda.

Isso, no entanto, não é motivo para falta de cuidado. Quanto maior o número total de pessoas que forem contaminadas pelo vírus, maior será o número de mortes. E, como poucas pessoas possuem defesas inatas contra essa nova forma do patógeno, o espalhamento não-contido do vírus poderá matar muita gente, em especial entre os que têm organismo mais frágil.

Qual é o risco de uma situação de forte avanço da gripe no Brasil?
Ainda é cedo para dizer com certeza. Por sorte, a transmissão do vírus no país aparenta, por enquanto, ser limitada, restringindo-se a pessoas que viajaram para o exterior, para locais onde há focos mais vivazes da nova gripe, ou a pessoas que tiveram contato com os que contraíram a doença fora do país. Isso significa que ainda não existe a chamada transmissão sustentada, ou seja, aquela na qual o vírus circula de forma constante e ininterrupta dentro de uma população. No entanto, isso pode mudar a qualquer momento.

O vírus, se infectar grávidas, pode causar problemas de desenvolvimento em fetos?
Não. O grande problema enfrentado por uma vítima grávida é outro: a relativa debilidade do sistema de defesa de seu organismo perto de outras pessoas. É por isso que a gripe em grávidas é mais perigosa, podendo colocar em risco a vida da mãe e do futuro bebê.

Quem pega a gripe uma vez pode ser infectado por ela novamente mais tarde?
Não. O organismo cria defesas contra o vírus. No entanto, se houver uma mutação significativa na cepa, alterando as características que o causador da doença usa para invadir o organismo, é como se fosse uma nova onda de gripe -- e aí a doença pode acontecer de novo.
Quantos vírus de gripe de origem suína existem? Como todos os vírus de gripe, os suínos também mudam constantemente. Os porcos podem ser infectados por vírus de gripe aviária e humana. Quando todos contaminam o mesmo porco, pode haver mistura genética e novos vírus que são uma mistura de suíno, humano e aviário podem aparecer. No momento, há quatro classes principais de vírus de gripe suína do tipo A são H1N1, H1N2, H3N2 e H3N1.
Como os seres humanos pegam vírus de origem suína?
Normalmente, esses vírus não infectam humanos. Entretanto, vez por outra, mutações no vírus permitem que eles contaminem pessoas. Na maioria das vezes, os contágios acontecem quando há contato direto de humanos com porcos. Mas também já houve casos em que, após a transmissão inicial do porco para o homem, a partir dali o vírus passou a circular de pessoa para pessoa. Foi o caso de uma série de casos ocorridas em Wisconsin, EUA, em 1988. Nesses casos, a transmissão ocorre como a gripe tradicional, pela tosse ou pelo espirro de pessoas infectadas.
Consumir carne de porco pode causar a nova gripe? Não. Ao cozinhar a carne de porco a 70 graus Celsius, os vírus da gripe são completamente destruídos, impedindo qualquer contaminação.

As drogas são substâncias químicas que viciam os seres humanos, e que de forma alguma fazem bem à saúde. A palavra "droga" vem do francês "drogue", que significa algo seco. Esse nome por que as drogas fazem o homem ter alterações em seus sentidos.Pessoas que utilizam drogas podem ser classificadas como experimentador, usuário ocasional, habitual ou dependente. Isso vária de qual droga estamos falando, e também da quantidade que é utilizada.Para falar a verdade não tem como saber tudo sobre drogas, pois para cada organismo ela tem um efeito diferente e uma alteração no humor. Seja ela uma bebida alcoólica, ou mesmo as drogas em forma de tabaco. Se você infelizmente utiliza algum tipo de droga, eu te aconselho que pare com isso, e tente se livrar desse vício maligno, pois no futuro sua saúde pode ser grandemente prejudicada.
Aquecimento Global







Toda a sociedade mundial está alarmada para as conseqüências catastróficas que o aquecimento global pode provocar no mundo inteiro. A novidade agora é que entre os países mais prejudicados com o fenômeno está o Brasil. Mas o que, especificamente, pode acontecer a nós, brasileiros, por causa do aquecimento global no médio e longo prazo? Para Heitor Matallo, membro da Convenção das Nações Unidas para o Combate da Desertificação (UNCCD), um ciclo puxa outro. Se no Brasil, o meio ambiente já é degradado por meio de desmatamentos e erosões, os reservatórios de água irão diminuir, aumentando as áreas desertas. Com o avanço da temperatura global, será quase impossível viver nessas áreas em curto prazo, porém não impossível, uma vez que o corpo humano se adapta conforme as necessidades. Com isso, o ecossistema desta região ficará totalmente desequilibrado, permitindo a extinção de várias espécies de animais. Com o degelo das calotas polares, o nível do mar irá subir. Em longo prazo, o degelo das calotas fará os oceanos subirem até 4,9 metros, cobrindo vastas áreas litorâneas no Brasil, além de provocar a escassez de comida, disseminação de doenças e mortes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) atribui à modificação do clima 2,4% dos casos de diarréia e 2% dos casos de malária em todo o mundo. No nosso caso, a dengue poderá provocar uma epidemia nas regiões alagadas ou até mesmo em regiões planálticas, resultado da falta de definição das estações. Além disso, as ondas de calor, que com o fenômeno irão aumentar em proporção e intensidade, serão responsáveis por 150 mil mortes a cada ano em todo o mundo; no Brasil isso também será uma realidade. A incidência de furacões, que é praticamente inexistente no Brasil, poderá ser grande. Isso já está acontecendo aos poucos, principalmente na região Sul. O furacão Catarina, por exemplo, tinha ventos que variavam entre 118 km/h a 152 km/h. O primeiro passo para a solução deste problema talvez seja a conscientização. Desta forma, a idéia de que não somos a última geração do planeta e não temos o direito de arruinar a vida de nossos descendentes deve proliferar em todos os níveis da sociedade.